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Chatbots: foco em personalização e experiência

Eles podem "substituir" o homem até mesmo para demandas complexas

Faz diferença conversar com um robô ou uma máquina? Em princípio, nem todo usuário se acostuma com a ideia: é muito mais interessante resolver seu problema conversando com um ser humano no outro lado do balcão. Mas e se a interação fosse com uma máquina capaz de "conversar" como se fosse uma pessoa?

É como se estivéssemos, o tempo todo, participando de pequenas versões do conhecido Teste de Turing. Imaginado por Alan Turing, um dos pais dos computadores modernos, o teste envolve homens e inteligências artificiais capazes de responder perguntas em linguagem natural. Uma comissão julgadora avalia se é possível distinguir as coisas.

Isso já acontece em grande escala nas instituições financeiras. Pesquisa realizada pela Personetics, especialista em AI para instituições financeiras, revela que 80% dos executivos entrevistados entendem os chatbots como uma oportunidade; mais do que isso, 62% reconhecem que esta será uma solução viável dentro dos próximos dois anos.

Chatbots se baseiam em uma combinação entre inteligência artificial e processamento de linguagem natural, procurando contextualizar a conversa com o usuário, "entender" o que ele deseja, oferecendo respostas capazes de engajá-lo com o sistema. Uma forma de se conseguir isso está no cruzamento e reaproveitamento de informação contextualizada e estruturada.

Conversas focadas em soluções

Uma forma de valorizar a experiência do cliente e relacionar o chatbot ao ecossistema da instituição é focar em uma situação específica. Como, por exemplo, formas de economizar e investir. Popular no Brasil, o robô por trás do app de investimentos Warren conduz usuários a soluções levando em conta objetivos simples.

O Banco Original lançou um chatbot para atendimento dentro do Messenger do Facebook, que permite interação instantânea com o público. Ele foi desenvolvido internamente, pela equipe de Inovação do banco, e funciona como um assistente de atendimento, tirando dúvidas sobre pagamentos, alterações cadastrais, caixas eletrônicos, cartões, cheques, tarifas, programa de pontos, conta corrente, fundos de investimento etc. O chatbot atende qualquer pessoa interessada em conhecer mais sobre o banco, seja ela correntista ou não.

A fintech britânica Chip, que estimula a abertura de contas poupança, também centrou esforços em finanças pessoais. A proposta do chatbot é tentadora: ao contrário dos tradicionais recursos envolvendo sugestões para construção de uma planilha, o algoritmo procura recursos diferentes para ajudar o cliente a economizar dinheiro.

O sistema identifica padrões de gastos e sugere novos rótulos de despesas e metas mensais, na mesma medida em que transfere automaticamente pequenas quantidades para a poupança, combinando controle de gastos e reserva financeira.

Para quem tem problemas maiores com dívidas, o chatbot da Chip também calcula o valor de empréstimos simplificados, chamados "créditos inteligentes". O sistema calcula o valor médio dos custos e faz pequenos depósitos diários - usando o mesmo recurso que já realiza a micro-poupança - até a dívida ser paga.

Robôs cada vez mais empáticos

O Digibank, mantido pelo maior banco de Cingapura (o DBS), é outro exemplo: seu assistente virtual está preparado para responder cerca de 1200 perguntas sobre os serviços oferecidos pela instituição; é capaz de relacionar dados para apontar, com agilidade, "quanto gastei em delivery no mês passado", por exemplo.

O sistema, batizado como Kai, não para de aprender com novas interações com clientes – ou mesmo suas mudanças de comportamento. Ao procurar ser tão natural como uma mensagem de texto de um amigo, a empresa conseguiu um grande feito: 82% de todo o suporte ao consumidor do Digibank é feito pelo chatbot.

O Royal Bank of Scotland também apresentou seu chatbot recentemente: o Assist – chamado em seu lançamento, em outubro de 2016, de Luvo. Desde o início de 2017, o sistema vem sendo aperfeiçoado: em junho, já atendia a 60% das dúvidas de seus clientes. Baseado na ferramenta cognitiva IBM Watson Conversation, que pretende no futuro empregar a tecnologia de processamento Watson Alchemy. Na prática, isso permitiria o Assist a identificar os sentimentos de seus usuários e alterar o tom de seu texto.

Mesmo que os clientes reconheçam que estão lidando com robôs, o desenvolvimento de sistemas baseados em inteligência artificial, análises preditivas adequadas e mensagens cognitivas conseguem valorizar a experiência de um usuário satisfeito diante de um chatbot eficiente.

Time Original Developers.

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Banco no telefone: experiência deve ser como a de uma app store

O que parecia ser inimaginável no começo do século, é só o início de uma revolução

Inovações dos últimos 20 anos associadas à Internet, incluindo a World Wide Web, redes sociais e aplicações móveis já podem ser consideradas triviais. Ou, de um jeito mais incisivo: a maioria das pessoas nascidas nos anos 2000 jamais vai conhecer um mundo sem Internet a um toque do smartphone.

Parece óbvio pensar nisso agora, mas nem todo setor compreende isso com facilidade. Veja o caso de Luvleen Sidhu da BankMobile, que passou sua carreira gerenciando instituições bancárias, e de uma forma simples, teve um insight enquanto refletia sobre uma experiência contemporânea.

"Basicamente, o Uber deixou o negócio dos transportes de pernas pro ar. Custos mais baixos, facilidade de uso, foco em tecnologia... Na prática, você clica algumas vezes na tela do celular e um carro aparece. Foi assim que meu pai e eu questionamos: por que os bancos não podem ser simples como o Uber?"

"Why can’t banks be as easy as Uber?" é o título do e-book lançado por ela e seu pai, Jay Sidhu, como um manifesto sobre o futuro dos bancos a partir da fundação do BankMobile, em 2015. A visão da família Sidhu revela uma obviedade no universo das fintechs e startups financeiras: a experiência de um correntista está cada vez mais distante de uma agência, aproximando-se de uma loja de aplicativos ou smartphones.

Facilidade criada em dez anos

Em seu livro "Bank 3.0", o pioneiro da indústria financeira Brett King lembra que, em 2007, a maioria das instituições não imaginariam que o uso de smartphones como um substituto das agências bancárias seria impossível. "Agora, em todos os lugares estão falando sobre NFC (Near-Field Contactless), mobile wallet, entre outras tecnologias", aponta. Mais do que isso, a migração do usuário para a tela pequena exigiu revisões de atitude, desde mudanças na estrutura organizacional até o envolvimento dos clientes no processo.

É neste ponto que Brett King ressalta processos abertos, como a disponibilização de APIs, para não apenas abraçar a inovação, mas continuar relevante ao cliente. "Se os bancos quiserem competir na jornada do cliente, será necessário um acesso flexível e gerenciável aos produtos, processos e funcionalidades bancários".

Seja qual for o modelo, pensar como uma loja de aplicativos significa enfrentar um dos desafios de qualquer organização criada em um mundo onde não existia Internet: como permanecer essencial em um mundo de opções. Há sempre o risco permanente de que outro provedor de serviços comande a interação do cliente.

Brett King vai além em sua aposta: não vai demorar para o cliente "mudar de fase" e realizar pagamentos móveis em larga escala por meio dos dispositivos móveis. "Isso significa que a experiência do cliente, quer dizer, a forma como sua marca interage com seus clientes, é definida não apenas por um investimento em pessoas, mas principalmente por investimentos em tecnologia".

Time Original Developers.

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Os bancos ainda farão sentido no futuro?

Segundo o ex-CEO da Barclays, mudanças devem acontecer agora mesmo

Nos últimos anos, instituições complexas, como os bancos, fizeram investimentos pesados em processos, tecnologias, entre outros recursos. Não é simples reconhecer que, diante de novas perspectivas provocadas por uma "revolução fintech", uma mudança de postura pode ser exigida. Isso representaria abandonar um caminho que levou tempo para ser amadurecido em função de outro, ainda incerto.

Antony Jenkins, que atuou como diretor executivo da holding financeira Barclays entre 2012 e 2015, é uma conhecida voz de advertência neste horizonte. Antes de criar sua própria startup, a 10x Future Technologies, declarava, com senso de urgência: os bancos vivem um "momento Uber", isto é, são ameaçados por projetos inovadores capazes de, em dez anos, tornar metade da estrutura bancária desnecessária.

Isso foi há dois anos. Durante sua participação na conferência Money 20/20 em Copenhague, em junho de 2017, Jenkins utilizou outro exemplo para intensificar a importância em inovar e pensar diferente: tecnologias como blockchain e inteligência artificial atropelaram a relevância de produtos e serviços tradicionais ao oferecerem uma experiência muito superior. Chegamos ao "momento Kodak".

Para entender a referência, é preciso lembrar que a alemã Kodak, durante 130 anos, dominou o mercado de fotografia mundial – mesmo tendo sido os inventores da câmera digital, em 1975. Isso porque, entre outras razões, a empresa acreditava que dificilmente enfrentaria uma crise, já que compreendia perfeitamente o mercado de filmes fotográficos. Ficou a lição: dominar um negócio sem saber inovar não é suficiente.

Aposta em novos modelos

Jenkins aponta alguns fatores capazes de influenciar o panorama do setor, provocando uma reestruturação completa. Ele aposta em plataformas e ecossistemas amplos, orientados por padrões de interoperabilidade - ou seja, arquiteturas abertas e que permitem novas combinações. Ao mesmo tempo, prevê regulações cada vez mais flexíveis, permitindo a atuação de novos players na criação de experiências de clientes mais interessantes.

Isso significa, segundo Jenkins, uma mudança de paradigma: é preciso acostumar-se com a ideia de que uma abordagem inovadora incremental atual não será suficiente. Tecnologias complexas, interconectadas e dinâmicas exigem diferentes tipos de parcerias, formado por organizações quanto autônomos.

Em busca de vantagens competitivas, serão necessários cada vez mais profissionais com habilidades em áreas ligadas a inteligência artificial (em particular, robótica e aprendizagem de máquina), big data, blockchain, internet das coisas e segurança cibernética. Podemos esperar não apenas uma virada entre instituições financeiras, mas também uma disputa por estas mentes.

Time Original Developers.

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O dinheiro já ficou no passado

Que tal usar apenas o celular e um bom aplicativo para fazer todos os pagamentos?

Imagine aquela situação clássica: você sai de casa, faz suas compras em um mercado e, quando abre a carteira, percebe que esqueceu seus cartões de créditos. “Pague em dinheiro”, seria a resposta óbvia. Mas, por ser mais um daqueles dias de cão, você percebe que também não tem dinheiro em espécie, nem como (ou onde) sacar. E agora? Entra em desespero, pede desculpas e diz que vai buscar o cartão e volta logo?

E se houvesse outra solução? Se, ao invés voltar para casa atrás do cartão ou pedir para a pessoa do mercado “pendurar” o valor, fosse possível contornar a situação com um pagamento digital feito em seu smartphone? Acredite, em alguns lugares isso já é possível. Não apenas possível, como também uma tendência.

Hoje, vamos falar sobre as intituladas Mobile Wallets, as carteiras virtuais.

A mesma função da sua carteira de sempre, mas totalmente digital.

De um modo bem direto e resumido, é isso que diz aí em cima. As Mobile Wallets (MW) podem armazenar todos os dados de seus cartões de débito e crédito para efetuar pagamentos, fazer transferências bancárias, além de guardar informações específicas de identidade – nossos populares RGs e CPFs.

E como funcionam?

Por meio das informações do usuário disponibilizadas por ele pelo smartphone ou qualquer dispositivo que tiver em mãos na hora de alguma compra. Atualmente, existem diversos apps de Mobile Wallet que podem ser baixados para suprir a função de sua versão física. Ao escolher um que lhe seja mais conveniente, você deve cadastrar os dados dos seus cartões de acordo com a aceitação das bandeiras no aplicativo.

Mas, claro, é necessário que o vendedor - estabelecimento, negócio ou pessoa - também tenha acesso à mesma carteira virtual. Caso contrário, ela
mesma se torna inútil, uma vez que cada app tem uma finalidade ou função. Qual a vantagem para quem vende? Com as Mobile Wallets, é possível efetuar pagamentos e transações com poucas taxas, além de fidelizar os clientes, tanto para o desenvolvedor do sistema quanto para o estabelecimento ou terceira parte que fizer uso do serviço.

Elas vão demorar a chegar ao Brasil?

Na verdade, as Mobile Wallets já estão por aqui há algum tempo, com diversas empresas já estabelecidas no Brasil. O destaque fica para o PicPay, que efetivamente permitiu deixar a carteira em casa e usar apenas o celular para fazer seus pagamentos.

O PicPay é um aplicativo inovador que realmente permite que as pessoas compartilhem dinheiro entre si. Você pode inserir os dados do seu cartão de crédito ou fazer transferências de valores para o app, e ter sempre crédito online.

E como você usará essa grana? Imagine que você foi para um bar com seus amigos e um deles pagou a conta. Agora, você precisa transferir dinheiro para ele. Se o amigo está entre seus contatos cadastrados, você pode pagá-lo diretamente com o PicPay.

Vamos continuar com esse exemplo. Agora, imagine que esse seu amigo, no dia seguinte, saia para um almoço de negócios. O crédito que você transferiu para ele está disponível e, se o restaurante for cadastrado no PicPay, ele pode pagar diretamente pelo aplicativo, de acordo com o saldo que tiver em conta. Se preferir, ele também pode transferir o saldo para a conta do banco dele.

Ou seja, com o PicPay é possível fazer pagamentos para estabelecimentos comerciais, receber ou transferir dinheiro para pessoas físicas e também jurídicas. Tudo tão fácil e rápido como acessar o seu serviço favorito de mensagens e combinar aquela balada. 

Soluções específicas para empresas e profissionais

Para que os clientes tenham total flexibilidade de opções de pagamento, donos de restaurantes, padarias, clínicas, lojas e qualquer outro tipo de negócio com ponto comercial fixo podem oferecer PicPay como meio de pagamento.

Rapidez, segurança, sem aluguel ou compra de maquininha, com taxas que chegam a 0% e controle de pagamentos em tempo real. Essas são benefícios que o PicPay oferece para quem tem um negócio. A interface é super simples e fácil de usar. Basta fazer o download do app PicPay Empresas, disponível para Android e iOS, e cadastrar o negócio. A análise é feita de forma muito rápida e após a aprovação, o empresário já estará pronto para receber e gerenciar os pagamentos.

Ah, e o PicPay também tem uma modalidade para profissionais liberais, com taxa baixa sem a necessidade de aluguel ou compra de maquininha.

Rápido, fácil e MUITO seguro

Carteiras virtuais são comprovadamente seguras. Não porque é mais difícil ser hackeado do que ter sua carteira roubada na rua, mas porque há todo um sistema de segurança – que varia de acordo com cada app – baseado em criptografias e tokens que garantem a privacidade de todos os seus dados.

Mesmo se um criminoso tiver seu smartphone, todas as suas informações são bloqueadas naturalmente. Você pode bloquear tanto seu smartphone quanto suas contas utilizando um computador ou qualquer meio digital que lhe permita o acesso a suas Mobile Wallet. É praticamente impossível duplicar um cartão via MW.

Gostei! Quero saber mais sobre o assunto. Como eu faço?

Tão simples quanto fazer um pagamento utilizando uma carteira virtual, é aprender mais sobre o assunto. Você pode acompanhar as novidades por aqui e também em diversos sites sobre o assunto.

Acompanhe também o pessoal do PicPay, baixe o app e comece já a fazer pagamentos de uma maneira inovadora!

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Quatro etapas para um banco entrar na era cognitiva

Está se aproximando o momento no qual usuários e máquinas "dialogam" de forma eficiente.

Explicar computação cognitiva por meio de suas tecnologias, como computação em nuvem, inteligência artificial, processamento de linguagem natural e aprendizado automático de máquina, pode soar complexo mesmo para um desenvolvedor experiente. Há uma forma mais clara de entender a lógica por trás do crescente interesse pelo tema: a partir da explicação de John E. Kelly III, vice-presidente de pesquisa da IBM, no prefácio de seu livro, Smart Machines:

"Hoje a sociedade enfrenta uma série de oportunidades e desafios que exigem uma nova geração de tecnologias, além de regras da computação reescrita. A disponibilidade de enormes quantidades de dados deve ajudar as pessoas a entender melhor as situações complexas. Na realidade, porém, o que acontece é que mais dados geralmente nos confundem mais. Tomamos muitas decisões com informações irrelevantes ou incorretas, ou com dados que representam apenas parte do todo. Precisamos de uma nova geração de ferramentas, como as tecnologias cognitivas, que nos ajudem a compreender a complexidade do mundo que nos rodeia para que possamos tomar melhores decisões e viver de forma mais eficiente e sustentável".

No caso das fintechs e startups do setor, o interesse nessas tecnologias envolve não apenas seu potencial para lidar com o crescimento explosivo de dados estruturados e desestruturados, mas especialmente as necessidades do negócio, trazidas por pressões internas e externas. A conexão entre pessoas e computadores coletivamente, imaginada pelos Cibernéticos nos anos 1940, está bem próxima: um relatório do Citigroup, publicado em 2016, estima que 30% dos serviços bancários serão automatizados.

Paralelamente ao desenvolvimento do sistema cognitivo Watson, a IBM mantém o Institute for Business Value, focado em pesquisa para o mundo dos negócios. O instituto propõe quatro princípios que formam a base da computação cognitiva, apoiados em um "pensamento inteligente" preocupado com planejamento rigoroso; aperfeiçoamento de suas capacidades por meio de interação constante entre pessoas, processos e tecnologias; e finalmente promover melhoria contínua do desempenho e, consequentemente, no ecossistema onde se insere.

1. Aprenda e aperfeiçoe

Como a computação cognitiva está relacionada com sistemas que podem se otimizar a cada novo resultado, ação e interação, é preciso estar atento sobre como cada nova informação pode adicionar ao conhecimento da organização. Isso exige identificação e análise de dados possivelmente inexplorados, especialmente dados não estruturados.

2. Construa velocidade e escala

Quais são os planos para enfrentar lacunas de habilidades esperadas conforme a instituição planeja e implementa soluções cognitivas? Com velocidade de processamento e escalabilidade, sistemas conseguem realizar tarefas complexas garantindo eficiência e aplicabilidade. Estas tarefas estão relacionadas ao engajamento aprimorado e personalização com o público, a novas ideias analíticas e a algo mais ousado: transformação empresarial, com novos papeis, processos de negócios, receitas, modelos operacionais e cultura organizacional.

3. Interaja de forma natural

Aqui entra o desenvolvimento de sistemas baseados no processamento de linguagem natural, ou seja, que compreendem o contexto e a razão e procuram se adaptar às abordagens e interfaces humanas, tendo como base o acesso e a avaliação de códigos permanentemente atualizados.

4. Concilie com a inteligência humana

Soluções cognitivas ajudam a entender a complexidade de dados não estruturados e a aplicar análises avançadas para avaliar as respostas. Contudo, para funcionar, precisam ser planejadas e executadas por especialistas em seus assuntos. A grosso modo, a máquina favorece o acesso e reutilização desse conhecimento coletivo para dar suporte à decisão. O diálogo com usuários e o acesso a informação estruturada precisa ser fortalecido com a experiência humana - até para comunicar a visão cognitiva de sua organização, bem como mensurar e apreender os resultados deste processo.

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Card-linked Marketing: é preciso pensar interdisciplinar

Pouco explorada, área é um exemplo onde é preciso criar pontes entre desenvolvedores e o mercado.

A adoção de uma postura aberta, que inclui iniciativas como a disponibilização de APIs bancárias, é um caminho ágil (e sem volta) em direção a inovação no setor financeiro. Mais do que isso: trata-se de um ambiente com possibilidades ainda pouco exploradas. Um bom exemplo disso são iniciativas de card-linked marketing - em uma tradução livre, marketing direto em cartões.

Bases de dados com informações de consumidores representam oportunidades inquestionáveis de negócios. Empresas que oferecem produtos e serviços já se beneficiam de plataformas que direcionam publicidade altamente segmentada a perfis detalhados. É o que acontece, por exemplo, com Google e Facebook: em tese, usuários entenderiam estas mensagens como um benefício - e não um incômodo.

A ideia por trás do card-linked marketing (CLM) inclui outras variáveis nesta equação, derivadas de programas de fidelização ou cupons de desconto. Imagine se um restaurante pudesse escolher clientes específicos, selecionados a partir de suas transações, e pudesse oferecer vantagens e promoções diretamente, usando os meios de pagamento como canal de mensagens. Nessa modalidade apenas os gastos são usados para análise, ou seja, nenhuma informação pessoal é divulgada.

O papel das APIs

Estratégias de CLM prometem uma relação vantajosa para os três envolvidos no processo: startups e fintechs, estabelecimentos comerciais e usuários. Não é tarefa simples: de um lado, programas de pontuação ou iniciativas semelhantes (como o Mastercard Surpreenda) exigem envolvimento dos clientes. Em outro, a automação publicitária baseada nas paixões e interesses podem ser entendidas como "violação de privacidade".

Há um desafio para equipes de marketing e desenvolvimento trabalharem em conjunto, pensando em formas de apresentação verdadeiramente benéficas para o público final, valorizando sua experiência. Ao mesmo tempo, simplificando processos tecnológicos na relação entre comerciantes e instituições financeiras - isso inclui segmentação de datasets, abertura de APIs e, (talvez o mais importante) economia de recursos para todos os envolvidos.

A norte-americana Empyr é um exemplo. A startup conecta lojas físicas a potenciais consumidores ao promover descontos compartilhados por sites e aplicativos por meio da API do Empyr. A relação online-to-offline (O2O) se dá quando os usuários cadastram e usam seus cartões nos estabelecimentos credenciados. O benefício, na forma de pontos ou dinheiro, é creditado automaticamente no instante em que o consumidor paga. Ao mesmo tempo, os sites promotores recebem comissões nas vendas. Iniciativa semelhante é feita pela empresa Cardlytics, explorando o potencial do big data e abrindo informações por meio de sua Platform Solutions.

Alguns diriam que iniciativas como estas, partindo do mercado financeiro, são distantes e improváveis. Mas quem imaginaria, no entanto, que seria possível criar apps envolvendo saldos, investimentos e transferência a partir de uma API bancária, não é mesmo? É bom ficar atento ao que vem por aí, além de estimular parcerias significativas com empresas preocupadas em inovar.

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Sistemas de Inteligência Artificial são úteis para tarefas rotineiras

Que tal "contratar" um robô capaz de economizar 360 mil horas de trabalho em um ano?

Em linhas gerais, podemos dizer que Inteligência Artificial é um dos mais complexos campos de estudos da Ciência da Computação. Mas para simplificar: considere que, por métodos envolvendo reconhecimento de padrões, aprendizagem de máquina, processamento natural de linguagem, entre outras técnicas possíveis, máquinas são capazes de produzir algoritmos para resolver problemas, desde que haja um conjunto relativamente estruturado de dados e, evidentemente, a formalização correta dos resultados esperados. Normalmente, estes métodos são repetitivos e perpétuos - exigindo as chamadas redes neurais.

Quer deixar este conceito ainda mais simples e valorizar sua importância? Agentes inteligentes baseados em inteligência artificial podem automatizar tarefas rotineiras que ocupam boa parte de seu dia, abrindo espaço na agenda para projetos que realmente importam. Quer um exemplo?

Pense no trabalho envolvendo leitura, interpretação e revisão de contratos de empréstimo comercial. Quantas horas são dedicadas por equipes da área legal em uma atividade cansativa e sujeita a erros? Um dos maiores bancos de investimentos do mundo, o JPMorgan Chase é o responsável pelo software COIN - acrônimo para "Contract Intelligence", um sistema de inteligência artificial rodando em uma rede de nuvem privada desde junho de 2016.

Quanto custam 360 mil horas?

Denominada Gaia, a rede privada em nuvem do JPMorgan Chase é resultado de uma parte do investimento em tecnologia da empresa. Foram US$ 9.6 bilhões, ou 16% de todas as despesas do banco em 2016. Apenas como um comparativo, a Goldman Sachs, outro gigante financeiro, reportou despesas de US$ 809 milhões em tecnologia e comunicação no mesmo período.

E quanto ao COIN? Capaz de analisar documentos em segundos, o sistema é menos propenso a erros. Estima-se que 12 mil novos contratos eram corrigidos anualmente, devido a falhas humanas. Com o COIN, o banco anunciou economia de 360 mil horas de trabalho por ano com advogados e oficiais de crédito - todos, segundo a empresa, remanejados para projetos de valor mais alto.

Espera-se que o software ainda “aprenda” a lidar com outros tipos de documentos complexos, como certificados de depósito ou acordos de custódia. Mais do que isso, sistemas de inteligência artificial, dedicados a automação de tarefas rotineiras explorando o potencial do big data, representam ainda 20 mil desenvolvedores do JP Morgan Chase envolvidos em projetos para redução de despesas e riscos, bem como novas fontes de receita.

Mas o que é uma tarefa rotineira?

Antes de comparar a leitura e revisão de contratos com qualquer atividade que possa ser realizada por computadores, talvez caiba citar um estudo realizado pelo Future of Humanity Institute ("Instituto pelo Futuro da Humanidade", em tradução livre), da Universidade de Oxford. A partir das pesquisas realizadas por pouco mais de 1.600 cientistas, acredita-se que, em sete anos sistemas de inteligência artificial serão capazes de superar o homem na tradução de textos. Ou dez anos para conduzir caminhões sem a necessidade de motorista. E que tal esperar por 45 anos para ver um robô realizar uma cirurgia?

Parece ficção? Pois os mesmos pesquisadores imaginavam que um sistema computacional superaria o homem em uma partida do tradicional jogo de tabuleiro Go em 2027. Pois o AlphaGo, da Google DeepMind, já fez isso em março de 2016 - o que sugere uma postura conservadora dos pesquisadores. Definitivamente, iniciativas como o COIN são apenas o começo.


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Para investir em inteligência artificial, é preciso organizar os dados

Pesquisa nos EUA mostra o crescimento de tecnologias IA, mas sinaliza um desafio antigo.

"O Século 21 já chegou. Esta é a sensação que você tem ao entrar numa agência em um grande banco, onde o computador conversa com você". Estas são as palavras do apresentador de um telejornal ao apresentar uma novidade na relação entre homens e máquinas em uma agência bancária: o caixa eletrônico!

Claro, estamos falando de uma reportagem exibida em 1983 (e disponível no YouTube). O vídeo vai além, revelando que o futuro não para por aí: "os bancos testam um sistema que vai permitir que as compras sejam feitas sem dinheiro ou cheque", exibindo um cartão magnético!

Enfim, estamos no Século 21 e a conversa é um pouco diferente: o caixa eletrônico já conta com sistemas de reconhecimento, como é o caso da biometria; outros meios de pagamento (incluindo smartphones) coexistem ao lado dos cartões; por trás desta relação, a robotização e automação de processos permitem sistemas onde não é possível distinguir se, do outro lado, há um ser humano ou uma máquina. Estamos falando de inteligência artificial (IA).

Neste cenário, é possível afirmar que o estágio de adoção de tecnologias IA por bancos e instituições financeiras é muito próxima ao impacto das primeiras máquinas automáticas entre os brasileiros há mais de 30 anos. A cada 100 executivos da área financeira nos EUA, 12 consideram estes sistemas muito novos, pouco testados ou com segurança incerta.

Este é o resultado de uma pesquisa, conduzida entre abril e maio de 2016, pela National Business Research Institute (NBRI), em parceria com a empresa norte-americana Narrative Science, que desenvolve sistemas baseados em processamento de linguagem natural. A dificuldade em organizar bases de dados estruturados e o medo de falhas também foram apontados como desafios.

Ao mesmo tempo, sua adoção já é reconhecida. Esta mesma pesquisa apontou que 32% utilizam algum sistema baseado em inteligência artificial, especificamente em análises preditivas, mecanismos de recomendação, reconhecimento de voz e de resposta. Investir em tecnologias IA significa, para este perfil, incrementar sistemas para detecção de fraudes ou riscos, customizar a relação com clientes, reduzir custos e aumentar a competitividade.

“Big Data” caótico: o maior desafio

Historicamente, mesmo antes dos caixas e cartões magnéticos, bancos são instituições que geram e coletam grande quantidade de dados diariamente. A existência de silos informativos, isto é, a dificuldade em organizar bases de dados estruturados e baseados em algum programa consistente de governança, ainda é um desafio - como aponta a pesquisa da Narrative Science.

A relação entre este obstáculo e o uso de tecnologias de inteligência artificial é direta. Quanto maior o volume de datasets com acesso fácil, mais inteligente será o sistema. Assim, não basta apenas abstrair em busca de algoritmos capazes de solucionar tarefas: para que os silos possam "dialogar" com eles, é preciso conversar com a ciência da informação.

Esta é uma questão chave no desenvolvimento de tecnologias, inclusive bancárias: multidisciplinaridade. O caminho está aberto para profissionais experientes em coleta, análise e aplicação de dados.

Com eles, organizações financeiras atuam no planejamento e desenvolvimento de protocolos de gestão de dados, presumindo a abertura de plataformas. Traduzindo este mindset em APIs, promoção de hackatons e diálogo permanente com a comunidade, a construção e implementação de tecnologias IA vão encontrar caminhos que farão, em menos de 30 anos, esta conversa parecer muito antiga.

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Bancos e a Inteligência Artificial: uma parceria insegura?

Os sistemas de vigilância do mercado financeiro costumam utilizar algoritmos para detectar padrões suspeitos, mas o volume de transações pode desencadear um número enorme de alertas, muitos deles falsos. Assim, a inteligência artificial permite que as máquinas detectem apenas as verdadeiras ameaças.

Embora a tecnologia já seja recorrente na rotina de um grande número de brasileiros, ainda existe o receio da relativa vulnerabilidade que o ambiente digital pode apresentar quando se fala de segurança – ainda mais depois do recente ataque cibernético maciço com o ransomware WannaCry que afetou computadores de todo o mundo em maio deste ano.

No mercado financeiro não é diferente. Apesar de o setor ser um dos pioneiros na adoção de tecnologias inovadoras para seus clientes - é possível, por exemplo, abrir contas pelo celular, acessar saldos e extratos e realizar transferências -, ainda é palpável o receio da evolução desse mercado, com aplicações sendo guiadas pela inteligência artificial (IA). Mas será que esse medo tem fundamento?

Pelo investimento que as instituições financeiras têm realizado em segurança quando o assunto é inteligência artificial, não. Algumas delas já usam a IA para identificar trapaças no mercado de ações, com ferramentas que fiscalizam transações, permitindo que as instituições descubram irregularidades mais rapidamente. Na prática, elas monitoram mensagens de chat para detectar atitudes suspeitas relacionadas a grandes vendas de ações e conseguem descobrir, de forma rápida, tentativas de fraude, como o "layering", em que os corretores vendem e compram ações rapidamente para elevar seu preço de forma artificial.

Os sistemas de vigilância do mercado financeiro costumam utilizar algoritmos para detectar padrões suspeitos, mas o volume de transações pode desencadear um número enorme de alertas, muitos deles falsos. Assim, a inteligência artificial permite que as máquinas detectem apenas as verdadeiras ameaças.

E não se pode deixar de mencionar a importância da computação cognitiva para a evolução desse setor. Trata-se de uma tecnologia baseada na capacidade de computadores cruzarem grandes volumes de dados e gerarem análises e respostas por conta própria. Por meio dela, bancos podem permitir, por exemplo, que correntistas tenham acesso a um assistente que realiza transações via celular sem risco de fraude, graças a biometria. Além disso, com o uso de reconhecimento de voz, os computadores memorizam a voz do usuário para decodificarem padrões, descobrirem hábitos e interpretarem comandos.

A computação cognitiva também está presente nos computadores, por meio de um assistente virtual que avisa se a máquina do cliente está desatualizada ou sem o módulo de segurança para acessar a página do banco na Internet, por exemplo.

Explicando de forma mais direta, a computação cognitiva democratiza o acesso a serviços digitais, na medida em que não é mais necessário aprender comandos diante de uma nova inovação. Isso acontece porque ela entende nossa linguagem natural, ao mesmo tempo em que gera uma capacidade muito maior de interação entre máquina e ser humano.

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Tecnologias que o Banco Original trouxe para o setor financeiro

Com apenas um ano de existência no mercado digital, o Original inovou diversas vezes.

Após um período de planejamento, o Banco Original lançou-se no varejo e se tornou o primeiro banco a permitir a abertura de conta corrente 100% pelo celular. Com a proposta de ser um banco totalmente digital, o Original utiliza a tecnologia para transformar a relação entre instituição financeira e cliente.

Neste texto, mostramos algumas tecnologias e inovações que o Original introduziu no mercado brasileiro, provando que a tríade tecnologia + desenvolvimento + banco está na vanguarda da inovação.

Abertura das APIs

Por meio do Open Banking, uma plataforma que permite a integração de vários aplicativos com os serviços por meio da abertura de interfaces de programação de aplicativos (APIs), o banco permite que os correntistas acessem informações bancárias por aplicativos de empresas parceiras. A iniciativa cria um novo ecossistema digital que simplifica integrações em nuvem e mobile, reduzindo custos operacionais, tanto para o banco quanto para seus parceiros.

Com o Open Banking, as aplicações precisam da autorização do cliente para acessar as informações disponíveis. Dessa forma, os usuários não precisam fornecer nenhum dado pessoal para dar essas permissões, além de poderem revogá-las a qualquer momento, tornando o processo muito mais seguro e transparente.

Atendimento por bot via Facebook

O Bot Original é uma ferramenta que permite interação instantânea com o público pelo Messenger do Facebook. Ele foi desenvolvido internamente, pela equipe de TI do banco, e funciona como um assistente de atendimento, tirando dúvidas sobre pagamentos, alterações cadastrais, caixas eletrônicos, cartões, cheques, tarifas, programa de pontos, conta corrente, fundos de investimento etc. O chatbot atende qualquer pessoa interessada em conhecer mais sobre o banco, seja ela correntista ou não.

Abertura de conta online

A abertura de conta no Banco Original é feita somente por meio do aplicativo Seja Original. Com o aplicativo, que está disponível para Android e iOS, a abertura da conta é feita via selfie e fotos dos documentos, com a assinatura sendo processada na tela do smartphone – todo esse processo dura apenas 10 minutos! Além disso, o Original passou a usar a geolocalização para comprovar o local onde o cliente reside, eliminando a necessidade de comprovante de endereço.

Cashback

O Cashback Original é o programa de pontos que transforma as compras do cliente em dinheiro, que pode ser resgatado como dinheiro na conta corrente ou crédito na fatura do cartão. No programa, parte das compras realizadas no débito ou no crédito volta em dinheiro para o cliente – na prática, 1 ponto = 1 real. O resgate é feito via aplicativo em poucos cliques. É válido ressaltar que o cashback não pode ser sacado, e só possível usá-lo em conta corrente para pagamento de compras ou como crédito na fatura do cartão. Para mais informações, clique aqui.

Consulta de saldo via InstaStories do Instagram

Outra inovação do Banco Original é a possibilidade que o cliente tem de visualizar informações de saldo e extrato diretamente pelo InstaStories do Instagram. Assim, não é necessário acessar o aplicativo do Banco Original, nem a plataforma de Internet Banking da instituição. Para ter acesso a isso, é preciso seguir o perfil do banco (@bancooriginal) no Instagram. Em seguida, basta clicar no logo do banco no InstaStories. Feito isso, o cliente será direcionado para uma nova tela, na qual fará login de sua conta dentro do Instagram. A fim de evitar problemas de acesso não autorizado, o banco envia um aviso por SMS ao cliente sempre que for realizado um acesso à conta pela ferramenta.

Depósito de cheque por imagem

O aplicativo do Banco Original conta com depósito de cheque por imagem. Utilizar essa funcionalidade é simples: o cliente tira uma foto e, após verificação, o valor é depositado na sua conta. Para saber mais, clique aqui.

Cartão virtual para maior segurança de compras online

O Cartão virtual do Banco Original é um espelho do cartão de crédito, mas, como o próprio nome indica, ele é emitido somente virtualmente. Com ele, o titular pode realizar compras pela Internet sem ter que informar os dados do cartão físico. Trata-se de uma solução para tornar mais segura as compras online.

É válido ressaltar que: ele é exclusivo para compras via Internet, aplicativos ou telefone (televendas); o limite é o mesmo do cartão de crédito físico; ele não possui anuidade; não é cobrada tarifa pelo uso do cartão virtual; compras no cartão virtual são discriminadas na mesma fatura do cartão de crédito, mas são destacadas separadamente no documento; ele pode ser gerado pelo aplicativo ou Internet Banking; o cartão virtual não pode ser utilizado para compras de ingressos e/ou transações que necessitem da apresentação do cartão físico; compras com esse cartão podem ser parceladas; ele não está disponível para clientes que não possuem a função “crédito” ativada.

Time Original Developers.

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O boom da Inteligência Artificial. E quatro maneiras de criar sua própria IA

Tudo o que você precisa é tirar aquela sua ideia de criar um robô próprio do papel e aplicar na prática!

Siri, Cortana, Ok Google, Jarvis. Com certeza esses nomes lhe soam familiar, não?

Em comum, todos são exemplos de evolução da inteligência artificial. Não estamos falando de um filme, mas de programas criados para interagir e auxiliar no seu cotidiano, cada um à sua maneira.

E todos foram programados para não só interagir, mas também para aprender e evoluir com o acúmulo de informações constantes geradas a partir de códigos criados em APIs. Não sabe o que são APIs? Então vamos explicar isso e dar exemplos de plataformas que podem ajudar você a criar sua própria inteligência artificial.

 

Entendendo as APIs

A sigla “API” vem do inglês “Application Programing Interface”, que em tradução literal significa Interface de Programação de Aplicativos.

Seus principais usos incluem prever hábitos de consumo de usuários, mapear potenciais clientes, automatizar processos de desenvolvimento de novas APIs (sim, máquinas criando máquinas), conectar objetos físicos com a Internet das Coisas, e por aí vai.

 

Sim, elas conversam entre si  

Sendo uma interface, uma gama de protocolos e ferramentas, o sistema das APIs aplicado à inteligência artificial pode conversar entre si de modo independente, mediante programação prévia com funções acessadas e revertidas em padrões de dados. Traduzindo de um modo mais simples: um aplicativo X é programado para receber dados coletados por um software Y. Esses dados são compartilhados com outro app, que utiliza os mesmos dados para aprimorar suas funções e, em seguida, repassar sua “evolução” para outro software ou aplicativo, e assim por diante.

A cada dado e informação recebida e posteriormente compartilhada, a IA se desenvolve e aprende.


Quatro modos de criar sua própria IA

Para ajudar os desenvolvedores espalhados pelo mundo, foram criadas diversas plataformas que possibilitam a criação de suas próprias IA, sejam assistentes pessoais ou chatbots. Abaixo, escolhemos quatro delas com base na sua relevância no mercado, praticidade e opções de funcionalidades:

1.    Api.i

Serviço que dá aos desenvolvedores a possibilidade de criar linguagens mais naturais que servem até mesmo de treinamento para customizar funcionalidades de aplicativos, bots e serviços. Conta com uma base consolidada de sistemas constantemente aprimorada por co-working de usuários do próprio site.

2.    Wit.ai

O Wit.ai permite o uso de linguagens de programação simplificadas para aprimorar a interface entre serviços web, aplicações mobile e “utensílios” cotidianos, como Smart tvs, carros e até casas automatizadas. Foi comprado pelo Facebook em janeiro de 2015 que, desde então, investe em pesquisas e no desenvolvimento de tecnologia de comandos de voz.

3.    IBM Watson

Lançado em novembro de 2013, o IBM Watson se destaca pela gama de APIs disponíveis para customização e aprimoramentos. Entre as diversas possibilidades se destacam a identificação de idiomas, insights personalizados e reconhecimento visual.

4.    Google Cloud Prediction

Através de dados compartilhados e disponibilizados em nuvem, o serviço se destaca com APIs que possibilitam a construção de aplicativos voltados principalmente para análises variadas, de negócios a pesquisas de mercado, e de fácil documentação. A partir do primeiro acesso, já são disponibilizados guias de passo a passo, acesso a livrarias digitais e exemplos interativos.

 

Daqui para a frente

As ferramentas estão na mão. É bem verdade que existem outras, mas estas quatro em especial são a melhor forma de entrada possível para o mundo dos APIs de inteligência artificial. Agora, tudo que você precisa é tirar aquela sua ideia de criar um robô próprio do papel e aplicar na prática.

Só, por favor, tome cuidado com o que for desenvolver. Afinal, não queremos que as máquinas causem uma revolução contra nós, não é? Mantenha um limite na consciência dos seus robôs e sempre guarde um Teste de Turing consigo para prevenir. A humanidade agradece.

Time Original Developers.

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A revolução da Internet das Coisas no mercado financeiro

Os aplicativos nos celulares, que facilitaram – e ainda facilitam – a vida de muitos clientes do mercado financeiro, foram apenas o começo. Como a tecnologia evolui a passos largos, as possibilidades para a Internet das Coisas parecem ser infinitas.

Imagine um monitor de saúde pessoal que esteja conectado ao seu banco e, ao sinal de qualquer risco grave a saúde (um ataque cardíaco, por exemplo), um comando é dado para que seus investimentos passem por uma readequação – como limitar a exposição de risco e aumentar a quantidade de títulos de maior liquidez. Isso parece um pouco exagerado hoje, com ares de ficção científica? Talvez, mas não está fora do campo das possibilidades.

Afinal, a revolução tecnológica promovida pela Internet das Coisas (IoT - Internet of Things) é uma das mais importantes e significativas do setor, a ponto de o CEO da Cisco, empresa multinacional dedicada a soluções de comunicação, John Chambers, tê-la chamado de “a segunda Internet”. De acordo com a empresa de pesquisas em tecnologia Harbor Research, 65% dos aplicativos de IoT em produção hoje no mercado já geram receita para as empresas, percentual que deve chegar a 80% em 2018. No mercado financeiro, uma pesquisa feita pela TCS (Tata Consultancy Services), maior provedora de serviços e produtos de tecnologia de informação da Índia, apontou que as corporações do segmento já reportaram investimentos de US$ 117,4 milhões no ano passado, e planejam elevar o montante para US$ 153,5 milhões em 2018.

Essa revolução obviamente abre novas oportunidades na área financeira, possibilitando que bancos e seguradoras tirem proveito desse fenômeno emergente a fim de aprimorar a gestão e a eficiência das operações, conhecer melhor e cativar clientes e, claro, criar novos serviços.

Nesse sentido, muitas novidades estão surgindo. Entre as principais estão os projetos de mobile payment via “carro conectado”. Algumas operadoras de cartão de crédito já permitem que os motoristas efetuem pagamentos de serviços nos postos de gasolina sem terem que tirar as mãos do volante – o próprio automóvel, por meio da sua conexão à internet, autoriza o pagamento.

Expandindo isso para as áreas de seguros e pagamentos, os dispositivos de IoT poderiam identificar e classificar a forma como um motorista dirige, gerando uma análise de risco mais assertiva para a determinação do prêmio do seu seguro; identificar o quanto um cliente cuida de sua saúde, por meio de seus hábitos, gerando dados valiosos para o seu plano de saúde; e representar um papel relevante na tendência dos chamados “pagamentos transparentes”, em que o usuário efetua o pagamento sem fazer qualquer esforço, como no caso dos aplicativos de transporte particular.

Embora atualmente já seja possível solicitar um empréstimo remotamente e realizar outras transações com reconhecimento digital, uma nova geração de caixas eletrônicos também está a caminho. Eles serão equipados com tablets e terão diversas funções interativas na tela e conexão direta com o smartphone do cliente.

Atualmente, por medida de segurança, os bancos impõem limites de valor para saques em caixas eletrônicos fora dos horários considerados habituais. Para Marco Santos, Diretor Latam do Grupo GFT, empresa de consultoria em soluções de TI para a indústria financeira, essa limitação poderia ser flexibilizada se as instituições tivessem acesso a informações online e em tempo real sobre, por exemplo, o ritmo cardíaco do cliente: “Uma pessoa relaxada dificilmente estaria sendo vítima de assalto na boca do caixa, o que lhe permitiria sacar uma quantia de dinheiro maior”, diz ele.

Indo ao encontro disso, dispositivos de IoT do futuro vão rastrear informações biométricas que mostram os níveis de estresse e ansiedade do cliente. As empresas poderão usar isso para descobrir quando ele está em melhor estado/situação para tomar boas decisões financeiras e qual seria o melhor momento para acessá-lo com o objetivo de capturar informações e, até mesmo, oferecer um novo serviço.

Outras modernidades do setor financeiro podem incluir o papel digital, que poderia, por exemplo, ser embutido nas roupas para exibir as informações de acesso à sua conta quando solicitado, e a tecnologia de reconhecimento do pensamento (ou thought-recognition technology, em inglês), software que pode ler suas expressões faciais e compreender o seu estado emocional, além de poder medir a sua compreensão de produtos financeiros complexos.

Como se vê, os aplicativos nos celulares, que facilitaram – e ainda facilitam – a vida de muitos clientes do mercado financeiro (e de vários outros setores), foram apenas o começo. Como a tecnologia evolui a passos largos, as possibilidades para a Internet das Coisas parecem ser infinitas. Aqui, vimos uma prévia de como pode ser a evolução desse mercado, mas cabe a você, desenvolvedor, continuar revolucionando-o. Você está preparado?

Time Original Developers.

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Por que o Open Banking vai mudar o mercado financeiro?

Além de melhorar a experiência dos clientes, o Open Banking é uma forma de ampliar as possibilidades de receita digital para os bancos que querem pensar diferente sobre o real papel de um banco atual.

O avanço da tecnologia tem proporcionado verdadeiras revoluções em diversos segmentos do mercado. Com os serviços financeiros não é diferente.

A tecnologia mudou completamente a forma como as pessoas lidam com seu dinheiro, seu planejamento financeiro, investimentos e realizam suas transações. Parte desse revolução é atribuída ao que conhecemos como Open Banking.

Open Banking é a possibilidade de criação de novos negócios e ecossistemas digitais disponibilizados por instituições bancárias. Ele usa as APIs, um elemento chave da transformação digital, para disponibilizar dados do banco ao mercado, permitindo que desenvolvedores e empresas de tecnologiacriem diversas novas experiências, aplicativos e serviços que inovam a interação entre o banco e o cliente.

A invençãodo Open Banking é atribuída à PayPal, em 2004, com o lançamento do PayPal API. E o Banco Original foi um dos primeiros bancos a abrir APIs, sigla em inglês para Interface de Programação para Aplicativos, que são padrões de programação para acesso a um aplicativo ou software, no mundo. Seu case de Open Banking foi reconhecido pela Celent, empresa global de pesquisa e consultoria para o setor financeiro, com o prêmio “Model Bank of The Year 2017”, na categoria Consumer Digital Platform, em cerimônia realizada em Boston (EUA).

Além de melhorar a experiência dos clientes, o Open Banking é uma forma de ampliar as possibilidades de receita digital para os bancos que querem pensar diferente sobre o real papel de um banco atual. Tanto o Open Banking como as Fintechs vão continuar criando novas relações com os clientes e gerando mais oportunidades. As Fintechs são empresas do setor financeiro que utilizam as tecnologias modernas para a criação de produtos inovadores.

De acordo com um estudo realizado pela Accenture, o investimento global na área de tecnologia financeira aumentou 67% somente no primeiro trimestre de 2016, atingindo a casa de US$ 5,3 bilhões. Em regiões como Europa e Ásia-Pacífico, o investimento em Fintechs chegou a dobrar no mesmo período.

Algumas estimativas de mercado apontam que em 2016 já existiam mais de 150 fintechs brasileiras, 50% delas com planos de negócio já em atividade.

Mas ainda existem algumas barreiras a serem superadas. Segurança e regulamentação bancária continuam sendo os grandes desafios quando falamos em abrir mais os dados. CIOs, como são chamados os diretores de tecnologia, estão adaptando governança, mudando processos e estruturas   organizacionais para atender a esses desafios. De acordocom a Pesquisa de Riscos à Segurança de Instituições Financeiras realizada pela Kaspersky Lab e a B2B International, o investimento em segurança é prioridade para os bancos e instituições financeiras. Para se ter uma ideia, 64% dos bancos admitem que investirão para melhorar sua segurança de TI em 2017. Entretanto, o maior desafio é ainda a cultura bancária, pois as inovações bancárias estão disponíveis para aperfeiçoar a segurança dos dados, e não o contrário.

Enfim, além de todos os ganhos já conhecidos com a adoção do Open Banking, ser referência de tecnologia e inovação é sempre uma posição muito privilegiada para qualquer marca.

Time Original Developers.

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A Inteligência Artificial, suas abordagens e os agentes inteligentes

A Inteligência Artificial cria sistema e automatiza tarefas intelectuais e pode ser relevante para qualquer esfera da atividade intelectual humana.

Se antes era apenas tema dos filmes de ficção científica, hoje a Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais inserida no nosso dia a dia, abrangendo áreas de uso geral, como aprendizado e percepção, e também aplicada para funções específicas, como jogos de xadrez, demonstração de teoremas, criação de poesia e diagnóstico de doenças.

A Inteligência Artificial cria sistema e automatiza tarefas intelectuais e pode ser relevante para qualquer esfera da atividade intelectual humana. Em 1992, Patrick Winston, Ex-Diretor do Laboratório de Inteligência Artificial do MIT, definiu como “o estudo das computações que tornam possível perceber, raciocinar e agir.”

O principal objetivo dos sistemas de AI é executar funções que, caso um ser humano fosse executar, seriam consideradas inteligentes.

Existem 4 abordagens para entendermos melhor a Inteligência Artificial. São elas:

  1. Agir de forma humana
  2. Pensar de forma humana
  3. Pensar racionalmente
  4. Agir racionalmente

A seguir, vamos passar por cada uma dessas abordagens.

1. Agir de forma humana

Alan Turing, um matemático, lógico, criptoanalista e cientista da computação britânico, propôs, em 1950, um teste com o objetivo de definir se uma entidade é satisfatoriamente inteligente ou não.

O teste consiste basicamente em avaliar a reação de dois entrevistados: um ser humano e uma entidade artificial. Essa avaliação seria feita por um entrevistador humano que tentaria descobrir qual dos entrevistados é uma máquina e qual é um humano.

De acordo com Turing, o computador precisaria ser dotado dos seguintes atributos para poder ser considerado inteligente:

Processamento de linguagem natural para permitir que se comunique em um idioma natural;

Representação de conhecimento para armazenar o que sabe ou ouve;

Raciocínio automatizado para usar as informações armazenadas com a finalidade de responder a perguntas e tirar novas conclusões;

Aprendizado de máquina para se adaptar a novas circunstâncias, detectar e extrapolar padrões.

O Teste de Turing Total

O Teste de Turing evitou a interação física direta entre o interrogador e o computador. Isso foi feito porque a simulação física de uma pessoa é desnecessária para a inteligência. E há também o teste de Turing Total, onde o interrogador pode testar as habilidades de percepção por meio de objetos físicos. Para isto, o sistema precisa ter recursos adicionais implementados para visão e percepção de imagens (para manipular objetos e movimentar-se).

Pesquisadores de IA têm dedicado pouco esforço ao teste de Turing, acreditando que é mais importante estudar os princípios básicos da inteligência do que reproduzir um exemplar.

2. Pensar de forma humana

Se pretendemos dizer que um programa pensa como um ser humano, é necessário que exista formas de determinar como os seres humanos pensam, como por exemplo:

. Introspeção à Para captar nossos próprios pensamentos à medida que se desenvolvem

. Experimentos psicológicos à Para observar uma pessoa em ação 

A ciência cognitiva ou a ciência da cognição, é a ciência responsável pelo estudo científico da mente ou da inteligência. Ela reúne modelos computacionais de IA e técnicas experimentais da psicologia para tentar construir teorias precisas e verificáveis a respeito dos processos de funcionamento da mente humana.

A ciência cognitiva se baseia necessariamente na investigação experimental de seres humanos ou animais. Ciência cognitiva e IA continuam a fertilizar um ao outro, em especial nas áreas de visão e linguagem natural. A visão alcançou grandes avanços, graças a uma abordagem integrada que considera evidências neurofisiológicos e modelos computacionais.

3. Pensar Racionalmente

O Pensamento Racional contribui para que diferenciar o certo do errado, onde o certo tem razão e o errado não tem razão. Pensar racionalmente é
pensar de forma organizada e esclarecida, sem contradições e sem influência de emoções.

Aristóteles foi um dos primeiros a tentar codificar o “pensamento correto”, isto é, os processos de raciocínio irrefutáveis. Leis do pensamento devem governar a operação da mente; seu estudo deu início ao campo chamado lógica. Os lógicos do século XIX desenvolveram uma notação precisa para declarações sobre todos os tipos de coisas no mundo e sobre as relações entre elas.

Por volta de 1965, existiam programas que, em princípio, podiam resolver qualquer problema solucionável descrito em notação lógica.

Não é fácil enunciar o conhecimento informal nos termos exigidos pela notação lógica, em particular quando o conhecimento é menos de 100% certo. Há uma grande diferença entre ser capaz de resolver um problema em princípio e resolvê-lo na prática.

4. Agir Racionalmente

Um agente é simplesmente algo que age. No entanto, espera-se que um agente computacional
tenha outros atributos que possam distinguir de meros programas, tais como:

. Operar sob controle autônomo

. Perceber seu ambiente

. Persistir por um período de tempo prolongado

. Adaptar-se às mudanças

. Ser capaz de assumir metas de outros

Um agente racional é aquele que age para alcançar o melhor resultado ou quando há incerteza quanto ao melhor resultado esperado.

Mais geral que a abordagem de pensar racionalmente, a inferência correta é apenas um dentre vários mecanismos possíveis de alcançar a racionalidade. É mais acessível ao desenvolvimento científico do que as estratégias no comportamento ou no pensamento humano, porque o padrão de racionalidade é definido com clareza e é completamente geral.

Tipos de agentes

O agente inteligente é aquele que adota a melhor ação possível diante de uma situação.
Consideramos 5 tipos de agentes:

1. Agentes reativos simples

Selecionam ações com base na percepção atual, ignorando o restante do histórico de percepções. Comportamentos reativos simples ocorrem mesmo em ambientes mais complexos. Por exemplo, em um congestionamento, se um carro freia, motorista do carro de trás nota a informação e também começa a frear.  

2. Agentes reativos baseados em modelos

O modo mais efetivo de lidar com a observação parcial é o agente monitorar parte do mundo que ele não pode ver agora. O agente deve manter algum tipo de estado interno que dependa do histórico de percepções e assim reflita pelo menos alguns dos aspectos não observados do estado atual.

Algumas questões abordadas são como o mundo evolui independente do agente e como as ações do agente afetam o mundo. Esse conhecimento de “como o mundo funciona” é chamado de modelo de mundo.

3. Agentes baseados em objetivos

Da mesma forma que o agente precisa de uma descrição do estado atual, ele também precisa de alguma espécie de informação sobre os objetivos que descreva situações desejáveis.

Às vezes, a seleção da ação baseada em objetivos é direta. Outras vezes ela será mais complicada. Busca e planejamento são subáreas da IA dedicadas a encontrar sequências de ações que alcançam os objetivos do agente.

4. Agentes baseados na utilidade

Sozinhos, os objetivos não são realmente suficientes para gerar um comportamento de alta qualidade na maioria dos ambientes. Muitas sequências de ações levarão o táxi até seu destino, mas algumas são mais rápidas, mais seguras, mais confiáveis ou mais econômicas que outras.

5. Agentes com aprendizagem

Programar máquinas inteligentes à mão pode exigir muito trabalho. Melhor construir máquinas com aprendizagem e depois ensiná-las. O aprendizado tem outra vantagem: permite ao agente operar em ambientes inicialmente desconhecidos e se tornar mais competente do que seu conhecimento inicial sozinho permitiria.

Autor: Alejandro Moraga (Time Original Developers).

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Design Thinking como uma Estratégia para a Inovação das Empresas Modernas

A cultura do design não encoraja o fracasso, mas reconhece que é raro fazer as coisas certas pela primeira vez.

Vem acontecendo mudanças nas grandes organizações que colocam o design como ponto estratégico dentro das empresas. Essas mudanças não têm a ver com estética, mas em como os princípios do design são aplicados no jeito que as pessoas trabalham.

Quando esses princípios são aplicados à estratégia e à inovação, o sucesso do negócio melhora drasticamente, veja o exemplo de empresas como a Apple, Nike, Microsoft, Google e o próprio Banco Original.

Esta nova abordagem é, em grande parte, uma resposta à crescente complexidade da tecnologia e dos negócios

modernos.

"As empresas que pensam no design se destacam na sua vontade de redesenhar continuamente seus negócios (...) para criar avanços em inovação e eficiência - a combinação que produz a vantagem competitiva mais poderosa", afirma Roger Martin, autor do Design of Business.

O foco em grandes experiências não se limita a designers de produtos, vendedores ou estrategistas. Ela envolve todo o time, inclusive aquele que o único contato com o usuário era somente por meio de faturas e sistemas de pagamento, que são projetados para a otimização de negócios internos.

Numa cultura centrada na experiência do cliente, até os pontos de contato do setor financeiro são criados em função das necessidades dos utilizadores e não das eficiências operacionais internas.

Crie modelos gráficos para ajudar em tarefas difíceis

O pensamento de design, usado pela primeira vez para criar “objetos físicos”, está sendo cada vez mais aplicado nas questões complexas e intangíveis, como por exemplo: a forma como um cliente experimenta um serviço.

Independentemente do contexto, pensadores de design tendem a usar modelos físicos para explorar, definir e comunicar. Esses modelos - principalmente diagramas - complementam e, em alguns casos, substituem as planilhas, especificações e outros documentos que passaram a definir o ambiente organizacional tradicional.

Crie protótipos e não tenha medo de expor

Em organizações centradas no design, normalmente você verá protótipos de novas ideias, novos produtos e novos serviços espalhados por escritórios e salas de reuniões. O hábito de exibir publicamente protótipos grosseiros sugere uma cultura de mente aberta, que valoriza a experimentação. O MIT Media Lab formaliza isso em seu lema "Demo or die", reconhece que apenas o ato de prototipagem pode transformar uma ideia em algo verdadeiramente valioso.

Essas empresas não têm problemas em expor suas ideias publicamente. O especialista em inovação Michael Schrage, no seu livro “Serious Play: How the World's Best Companies Simulate to Innovate“ defende que a inovação é "mais social do que pessoal". Ele acrescenta: "a prototipagem é provavelmente o comportamento mais pragmático que a empresa inovadora pode praticar".

Tolere melhor a falha

A cultura do design não encoraja o fracasso, mas reconhece que é raro fazer as coisas certas pela primeira vez. A Apple é famosa por seus sucessos mas, com um pouco de pesquisas encontramos seus protótipos que não saíram assim tão bem. O mesmo é válido para o Google, que está constantemente lançando e descontinuando novos produtos. A empresa aproveita o fracasso como aprendizagem – faz parte do custo da inovação.

Um ótimo curso para quem quer estudar sobre Design Thinking é o d.school's Virtual Crash Course in Design Thinking da Universidade de Stanford. Vale a pena a leitura!

Time Original Developers.

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Original Devs, nossa própria comunidade de desenvolvedores e startups

A comunidade tem como prioridade difundir conhecimento e encorajar networking, sempre com foco nas pessoas e no desenvolvimento dos seus talentos.

O Banco Original, cada vez mais preocupado em ser parceiro dos desenvolvedores e startups, acaba de criar uma comunidade no Meetup, uma rede social baseada em grupos de encontros com grande participação de desenvolvedores das mais variadas tecnologias e startupeiros de todos os ramos. O objetivo é auxiliar as pessoas com tudo o que precisarem para integrarem suas soluções com as nossas APIs.

A comunidade terá como prioridade fomentar e distribuir conteúdo relevante para todos, difundindo conhecimento e encorajando networking, sempre com foco nas pessoas e no desenvolvimento dos seus talentos.

Os encontros serão realizados em mais de 30 espaços, empresas e universidades, assim como no próprio espaço do Banco Original, na Avenida Faria Lima, nº 2113, em São Paulo. A ideia é que os temas sejam sempre variados e que estejam antenados ao que há de mais recente em tecnologia e tartups. Em breve mais novidades!

Acompanhe pelo link: https://www.meetup.com/pt-BR/Devs-Originais/

Time Original Developers.

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Open Bank, a revolução dos serviços financeiros

Estamos repensando a forma de como os serviços financeiros podem fazer parte da vida das pessoas. E convidamos todos os desenvolvedores a pensar e repensar junto com a gente nessa jornada de possibilidades infinitas.

O mercado financeiro está passando por grandes transformações desde o surgimento das Fintechs. Mesmo com essas mudanças acontecendo em ritmo acelerado, muitos desenvolvedores esbarram em dificuldades para criar soluções para serviços financeiros. Lidando com sistemas antigos e fechados, as startups recorrem a soluções pouco seguras para resolverem problemas, como armazenar senhas e dados pessoais de seus usuários em servidores locais.

Com o objetivo de transformar a experiência de desenvolvedores e clientes, além de fomentar a criação de novos serviços, o Banco Original acaba de apresentar ao mercado o Original Developers. Nessa iniciativa, o Original abre uma série de APIs que permitem que integrações de aplicações diversas com seus serviços.

Todas as APIs foram desenhadas e documentadas com muito cuidado para que os desenvolvedores, mesmo sem experiência prévia com serviços financeiros, consigam utilizá-las de forma rápida. As APIs utilizam padrões amplamente adotados, como arquitetura REST, o protocolo de comunicação HTTP, e respostas no formato JSON.

O Original Connect, a primeira API a ser lançada, será a porta de entrada para os todos os serviços. Ele é uma implementação do OAuth que permite que aplicações solicitem autorização do cliente Original para acessar as informações disponíveis pelas outras APIs. A grande vantagem do Original Connect é o fato dos usuários não precisarem fornecer nenhum dado pessoal para dar essas permissões, além de poderem revogá-las a qualquer momento, tornando o processo muito mais seguro e transparente.

Além do Original Connect, foram lançadas outras 3 APIs: Original Contas, Original Investimentos e Original Pagamentos. O Original Contas permite que os desenvolvedores consultem o saldo bancário atual e histórico, e o extrato da conta corrente de seus usuários. O Original Investimentos permite consultar a carteira de investimentos e o Original Pagamentos permite a realização de transferência bancárias entre contas do Banco Original.

Estamos repensando a forma de como os serviços financeiros podem fazer parte da vida das pessoas. E convidamos todos os desenvolvedores a pensar e repensar junto com a gente nessa jornada de possibilidades infinitas.

Vem com a gente?

Time Original Developers


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Bem Vindo ao Original Developers

Em um mundo onde o consumidor tem total liberdade de escolha para decidir quais serviços usar de acordo com as suas necessidades, é preciso começar a repensar a maneira de atender e oferecer serviços.


Em um mundo onde o consumidor tem total liberdade de escolha para decidir quais serviços usar de acordo com as suas necessidades, é preciso começar a repensar a maneira de atender e oferecer serviços.

Após meses de estudos, muita dedicação e trabalho para desenvolver as soluções mais modernas e inovadoras do mercado, chegamos ao resultado do que representa a nossa essência, o que realmente somos. Com o sonho de transformar as experiências das pessoas com seus serviços financeiros abrimos as APIs do Banco Original para o mercado.

Apresentamos, em primeira mão para você, o Original Developers: uma iniciativa que pretende repensar a forma como as pessoas interagem com seu dinheiro através de novas possibilidades de serviços e novas experiências com a tecnologia. Isso coloca o Banco Original em um grupo seleto de bancos que tomaram essa decisão ao redor do globo. Na América Latina, somos os primeiros.

Estamos orgulhosos em fazer parte dessa transformação que traz cada vez mais facilidades para a vida das pessoas. Convidamos você a fazer parte desse projeto com a gente!

Vamos iniciar essa jornada abrindo APIs de 4 serviços financeiros e esse, é apenas o nosso primeiro passo.

As nossas primeiras API’s disponibilizadas são: O Original Connect para conectar com segurança em qualquer aplicativo ao Banco Original, o Original Contas, o Original Investimentos e o Original Transferências que trazem ao usuário consultas sobre a sua conta, suas aplicações financeiras e transferência de dinheiro entre contas do Banco Original.

Pensamos nos mínimos detalhes para construir APIs muito simples de usar, com documentações intuitivas e fáceis de entender. Afinal, não precisa ser especialista em banco para ter ideias revolucionárias para nossos serviços e produtos financeiros.

 Venha repensar o futuro dos serviços financeiros ao nosso lado.

 Time Original Developers.


Permalink: https://developers.original.com.br/blog/bem-vindo-original-developers